contra a especulação

Preço do barril agora
Em 2002 o preço do barril custava ± 77 Euros ($­70). Quando chegar aos 110 dólares, o preço será 70,5€, ao câmbio actual. Se o que pagamos não pára de aumentar, algo nos escapa...O que será? online

domingo, abril 28, 2013

BROKO’s … Heróis Míticos Lusitanos

Broko é um boneco de nossa autoria…Ele representa a mística e o mito da invencibilidade Lusa …assume várias formas modelos e conteúdos…pode aparecer no seu mais puro natural ou travestido e mascarado…Mas continua sempre a ser um HERÓI, mesmo quando é apeado do palanque ou ziguezagueia pelos tascos podre de vinho, ou dorme ao relento nos beirais e nos passeios…OU enfrenta bichas enormes em busca de um trabalho em qualquer lugar do mundo…BROKO vem do fundo do tempo, e fez templos , cidades , países e caravelas… Lutou pelas independências de novos países… E O próprio Rei dos BROKOS  ele próprio se auto independentou, tornando assim ainda mais UNIVERSAL a condição já Globalizada dos seus Iguais … Em qualquer Lugar em qualquer parte do Mundo está Um BROKO….Trabalhando e sofrendo pelos outros É o BROKO LUSITANO…

luandbrazi

brazoi

terça-feira, abril 23, 2013

QUO VADIS…

econo

QUO VADIS …TERRAE               LXXII

Na Europa os pinheiros choram todas as manhãs,

o orvalho já não existe, tornou-se lágrimas.

Todos os dias nas ruas amontoam-se máquinas

de carne e osso que não querem morrer !

Da Ásia nasce uma melodia fúnebre

Que já não encanta a serpente do ódio,

que todos os dias se enrosca nas gargantas

e aperta, esgana, esmigalha as crianças.

Em África, o litoral traiu o interior…

Trocaram a virgindade da Floresta

pela devassa prostituta da Guerra…

A Liberdade de Mãe África morre ao entardecer !

Na América esquecem a nossa existência

esquecem ter nascido duma revolução

que mostrou ao Mundo o caminho da LIBERDADE…

Esquecem-se e se masturbam com DOLLARS…

E o Mundo vai ardendo lentamente

como Roma incendiada por Nero…

E na Europa os pinheiros choram,

Na Asia toca uma melodia fúnebre,

Em África  a Liberdade morre ao entardecer

E na América esquecem a nossa existência…

                      20 Agosto de 1977

in “poesia incontinente”

       Renato Gomes Pereira